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Para estudiosos, atividade econômica puxa indústria de fundos de participações.

18/04/2011

O item que mais deve atrair os investidores aos fundos de “private equity” e “venture equity”  ao Brasil atualmente é a capacidade do crescimento econômico. É o eu concluiu um estudo conduzido por três professores da Iese Business School, da Universidade de Navarra: Alexander Groh, Heinrich Liechtenstein and Karsten Lieser. A  analise tem o patrocínio da Ernst & Young.

 

  Eles observaram os seis critérios para cada um dos  80 países analisados: atividade econômica, mercado de capitais, tributação, governança corporativa, ambiente social e oportunidades de negócios. São critérios, segundo os estudiosos, que os investidores observam antes de aplicar em fundos de “private equity” e “ venture capital”.

 

  Depois de analisar cada um desses itens, a Iese montou um ranking com os países mais atrativos os olhos dos investidores de fundos que compram participações em empresas.

 

  No topo da lista, estão os Estados Unidos, país seguido por Reino Unido, Canadá, Cingapura, Suíça e Japão.

 

  O Brasil esta na 43º posição. Apesar disso, o Brasil foi o país que mais avançou no ranking desde 2007, subindo 14 posições durante esse período. Isso se deve basicamente à maior nota atribuída à atividade econômica do país.

 

  Para que o País fique mais posicionado nos próximos rankings, dependendo menos do crescimento econômico, os estudiosos do Iese sugerem melhorias nos outros itens analisados no país, principalmente no que diz respeito à tributação, quesito em que o país teve sua nota mais baixa.

 

  Entre as grandes economias emergentes - os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) -, o país que teve a melhor nota em tributação foi a China, seguida pela Rússia.

 

  No caso brasileiro, além do item crescimento, também foi bem avaliado o critério mercado de capitais, segundo o levantamento dos estudiosos. Mesmo assim, a Índia recebeu uma posição de mais destaque.

 

  No estudo, os professores destacam como pontos de atração do Brasil a fragmentação de diversos setores da economia e a baixa penetração da indústria de fundos de participação em empresas.

 

 

FONTE: Jornal Valor Econômico, segunda-feira 18 de abril de 2011.

 




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